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Entenda como um consultor pode auxiliar sua empresa a crescer

Data: 30/05/2018

(Crédito: Assessoria de Imprensa ACEG)

Lucros, resultados, estatísticas e gerenciamento de pessoas. As empresas hoje em dia são bombardeadas por esses itens acima, além do trabalho virtual nas redes sociais e de monitorar a imagem da marca no mercado, físico e online. São muitos obstáculos e pouco tempo para administrar. Cada vez, mais profissionais se especializam para ajudar a classe empresarial a encontrar soluções internas e externas e, assim, alavancar o negócio.

Este é o caso da QI – Treinamento e Consultoria, criada em 2010. Começou através de parcerias com os amigos da equipe, que indicavam as consultas do recém-criado negócio. No ano seguinte se ligou à Associação Comercial e Empresarial de Guaratinguetá (ACEG), ofertando cursos e trabalhos. Hoje, já atendeu as principais marcas de pequeno e médio porte da região do Vale do Paraíba. Em 2016, propôs a criação do Pronto Socorro Empresarial, agora Assessoria Empresarial, realizado uma vez por mês na ACEG, onde atendem gratuitamente os associados, dando dicas e orientações.

O sócio-fundador da QI, Marcos Corrêa, conversou com nosso Departamento de Comunicação sobre o projeto. Ele é Mestre em Administração de Empresas, com especialização em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), além de experiência nas áreas de prestação de serviço, contabilidade e ensino, tendo feito consultoria para os setores da indústria, do varejo e terceiro setor.

 

Associação – Como iniciar um novo negócio?

Marcos Corrêa – A abertura depende de um fator principal: análise de mercado. Começar um novo negócio porque somente tem aptidão, experiência, ou porque gosta da área, sem olhar se o mercado está apto a recebê-lo é muito arriscado. A grande maioria dos negócios que não têm sucesso na partida, muitas vezes, deve-se a isso. Pode ser um produto muito bem feito, mas, se não há demanda, não tem lógica [iniciar]. Depois disso, entendendo que há uma necessidade pelo produto ou serviço no mercado, monta-se um bom planejamento, um bom desenho financeiro, um fluxo de caixa e principalmente um colchão financeiro que sustente o começo da operação até haver um retorno.

 

ACEG – Quais são os erros mais comuns em uma gestão empresarial?

Corrêa – São vários, mas não são os mais comuns. O primeiro é uma dificuldade de o empresário sair da posição de operacional para gestor. Geralmente as empresas nascem com a pessoa que sabe fazer as coisas muito bem, como uma padaria cujo dono-fundador é um padeiro. Começa a dificuldade ao gerenciar o negócio: a transação de fazer processos, montar equipe, saber motivar, entre outros. O segundo erro é o custeio. O empresariado de modo geral tem muita dificuldade de mapear seus custos, achar ponto de equilíbrio e margem de lucro. Vai-se trabalhando com base no que a concorrência faz, repete [na empresa] e no final do mês vê se deu certo ou não. O terceiro erro é falta de visão de futuro. O empresariado pequeno e médio [porte], como tem muitas necessidades em curto prazo, não consegue olhar o amanhã. Tem dificuldade de planejamento em longo prazo. Outros [erros] são contratações erradas; clima e cultura organizacionais nascidas dentro da empresa; aceitação de não cobrança ou não saber como cobrar para que a equipe renda mais, permitindo um ciclo improdutivo.

 

ACEG – Como você faz a análise e a construção de estratégia para o assessorado?

Corrêa – O primeiro ponto é escutar muito. Não temos receitas prontas ou métodos únicos. Escutamos até esgotar o que precisa ouvir para, a partir daí, somar com nossa experiência e conhecimento, e pensar conjuntamente com o cliente, construindo alguns caminhos. Criamos hipóteses juntos.

 

ACEG – Qual é o momento certo de buscar uma assessoria?

Corrêa – Quando o empresário se sente com dificuldade de fazer a operação por conta própria, de resolver os problemas que estão surgindo ou acumulando-se, seja por falta de tempo, de equipe ou de conhecimento. Não tem o momento da empresa, vai da necessidade [momentânea], ou mesmo a hora em que ele deseja crescer e não sabe como fazer.

 

ACEG – A Assessoria Empresarial seria um conselheiro para a empresa, não é?

Corrêa – Eu diria que é um médico de empresas. Vamos ao médico quando buscamos algo. É alguém a quem recorremos para ajudar em algo específico de uma área que a gente não domina.

tags: consultoria empresarial, assessoria, negócios, empresas




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